Let's travel?
Entre sem bater.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Será que você ainda pensa em mim?
Será que você ainda pensa em mim?
Porque eu ainda penso em você.
Me dói acreditar que você já tenha me esquecido. Difícil admitir isso até mesmo na frente do espelho, meu orgulho fala muito mais alto, meu orgulho grita, berra! Mas não é tão fácil quanto eu demonstro ser. Não é tão fácil imaginar que fui esquecida tão rapidamente. Só queria saber se, mesmo que de vez em quando, eu ainda cruzo seus pensamentos. Mesmo que por acaso, mesmo que sem querer. Bastaria saber se ainda passo pela sua cabeça. Saber que sim já me satisfaria. Não por completo, mas o suficiente. Dói saber que você não se interessa mais pela minha vida, pela minha existência. O que ando fazendo, o que ando pensando, o que ando sonhando... Pelos meus sonhos você sempre se interessou. Mas o "sempre" já não existe mais, e devo me conformar que tudo tenha mudado e que eu não existo mais para você, assim como eu finjo que você não existe para mim. Mas enquanto eu apenas finjo, talvez para você eu realmente não exista mais. E quem sabe tudo isso já nem importe mais. Vou tentar te esquecer, tentar não pensar mais em você. Não posso prometer conseguir, mas prometo tentar. Prometo dar o meu melhor. Agora chega, porque preciso esconder todas essas lágrimas que insistem em saltar. Escondê-las de todos, e esconder, principalmente, o motivo de todas elas - você.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
"Fotografias são saudades reveladas"
Ver fotos me dói e me dá uma vontade de chorar.
Uma vontade in-con-tro-lá-vel de chorar, se é que esse adjetivo vem ao caso.
Mas acho que sim, esse adjetivo vem ao caso, sim.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Pronta pra sofrer de novo
Sei que mudei, sonhei, sorri, caí, depois eu me levantei. Tudo o que eu sofri me fez mais forte, eu sei. Pronta pra sofrer de novo!
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Decepção mata, sim
Dizem que decepção não mata, mas ensina a viver.
Eu comprovei que decepção mata, sim.
Mata a nossa velha mania de confiar e acreditar demais nas pessoas.
Mata nossa ingenuidade de achar que todos farão por nós o mesmo que faríamos por eles.
Mata nosso orgulho de achar que somos importantes demais para alguém.
Mata nossa insensatez e nos faz perceber que estamos sujeitos a tudo.
Mata nossa crença de que aqueles que amamos não são capazes de nos magoar.
Decepção mata, sim, mas realmente nos ensina a viver, porque nos torna fortes e ainda mais preparados para o que quer que a vida nos traga, o que quer que as pessoas nos façam.
E no fim das contas, sabe que a decepção até vale a pena?
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Adeus ano velho...
2014 está terminando. Sem dúvidas, o pior ano da minha vida. Claro que conquistei muito. Lutei diariamente, minuto após minuto, e hoje eu olho pra trás e me sinto orgulhosa de como fui forte. Consegui ser forte de uma maneira que nem eu mesma imaginei ser capaz. Lutei contra o cansaço físico, o cansaço mental, lutei contra a dor, contra a confusão, a indecisão, as dificuldades. Hoje eu só tenho a agradecer a mim mesma por ter conseguido, por ter conquistado, por ter chegado até aqui da melhor forma possível. No começo do ano eu olhei para o céu e implorei para que o ano passasse rápido. Eu nunca imaginei que iria passar tão rápido. Parece que eu fechei os olhos para fazer esse pedido aos céus, e quando abri os olhos, me vi sentada em frente a este computador tão familiar, digitando este texto. 2014 foi embora, meu pedido foi atendido. Agora é um novo ano. Uma nova rotina, novos sonhos, novas possibilidades. O que eu mais quero é ser feliz. Chega de exaustão, chega de dor. Quero cuidar de mim e da minha paz. 2015, venha logo que faz tempo que eu estou te esperando!
Meu Pé de Laranja Lima
"- Não faz mal, eu vou matar ele.
- Que é isso, menino, matares teu pai?
- Vou, sim. Eu já até que comecei. Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu."
pág. 149. * trecho perfeito.
"Agora sabia mesmo o que era a dor. Dor não era apanhar de desmaiar. Não era cortar o pé com caco de vidro e levar pontos na farmácia. Dor era aquilo, que doía o coração todinho, que a gente tinha que morrer com ela, sem poder contar para ninguém o segredo. Dor que dava desânimo nos braços, na cabeça, até na vontade de virar a cabeça no travesseiro".
Pág. 174 * sei bem como é essa dor. mas agora ela já se foi.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Despedida de início de dezembro
Tenho uma ótima notícia para mim mesma: hoje me dei conta de que meu coração se despediu daquela dor que vinha me sufocando! Data para se comemorar! Adeus, angústia! Finalmente, em paz!
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
É uma dor que dói no peito...
Há momentos em que eu queria abrir meu peito e arrancar toda a dor que está morando em mim.
Há momentos em que eu queria poder tirar das minhas costas todo o peso e o cansaço que dificulta minha caminhada.
Há momentos em que eu queria tirar de mim todas as memórias que eu tanto quero esquecer.
Tirar dos meus olhos esse ar de tristeza, desânimo e falta de esperança.
Sei que nada disso eu posso fazer.
Se pudesse tirar somente a dor no coração, já me sentiria melhor.
Mas nem isso posso fazer.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
A noite e a dor
À noite é quando mais dói. Talvez essa seja a parte boa de ter estado tão ocupada, não dá tempo de sofrer. Mas à noite dói. Só eu sei o quanto dói. Sufoca e enforca. "É uma dor que dói no peito", e me deixa literalmente sem ar. Há tempos não chovia. Hoje está chovendo muito. Ligo uma música aleatória, e eis que o refrão é: "que a chuva traga alívio imediato..." Amém. A única coisa que posso dizer é amém.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Desabafo de 15 de setembro
"Eu queria te ver morto. Talvez eu mesma pudesse te matar, soltar todo o ódio que vem nascendo em mim.
Talvez eu te queira vivo. Vivo pra te ver sofrer até eu sentir que já foi pago tudo o que você fez.
Eu te odeio de um jeito que nunca odiei alguém. Te odeio de um jeito que jamais odiarei um outro alguém. Eu te odeio de um jeito que eu não sei explicar.
Minha vontade é de te bater, te chutar, pisar em você. Principalmente cuspir em você. Eu te odeio, te odeio tanto, que tenho vontade de gritar pro mundo o quanto te odeio. Por favor, ou morre, ou sofre, porque do jeito que está eu não vou aguentar."
domingo, 28 de setembro de 2014
E o vento vai levando tudo embora...
Acho que às vezes tudo é mais difícil. Mas há momentos em que tudo é mais fácil...
Eles vão se alternando...
E resta a nós irmos aguentando!
Being Grateful
A depressão de uns anos atrás parece ter ido embora, ou estar adormecida, a tristeza de um mês atrás parece estar se curando, e por isso eu gostaria de deixar registrado tudo aquilo que me gratifica
Sou grata por ainda ser jovem
Sou grata por ainda ter tempo
Sou grata por ter uma mãe que daria tudo por mim
Sou grata por ter um irmão pelo qual eu morreria, e sei que morreria por mim também
Sou grata por ter um emprego que, apesar de me cansar, e de às vezes me fazer querer desistir, me dá uma alegria enorme toda vez que me deixa mais perto do meu sonho
Sou grata por ser inteligente e prática
Sou grata por, hoje, conseguir ter um milhão de sonhos
Sou grata por poder levantar todos os dias e dar o sangue pra correr atrás destes sonhos
Sou grata por ser amada, e sou grata por conseguir amar
Sou grata por ter um amor correspondido
Sou grata por amar a mim mesma e hoje, sou grata pela vida.
Hoje, a vida não é mais um peso, por enquanto e espero que por muito tempo!
Alegre e leve!
O vento vai levando tudo embora...
=)
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Angústia e injustiça, angústia pela injustiça
Cada vez me convenço mais de que são os sentimentos ruins que me fazem escrever. Em meio a toda essa loucura, arrumei 10 minutos para desabafar. Porque é assim que eu consigo me sentir um pouco mais leve e com o peito um pouco menos apertado.
A angústia dói tanto, parece uma corda que amarra meu coração. Essa sensação de a vida estar com um nó, paralisada. A espera por uma justiça que não é feita logo, essa é a pior parte. Se quer fazer uma pessoa tão justa quanto eu sofrer, nada melhor do que a justiça demorar. Essa incerteza em saber se ela virá ou não. Me seguro pra não fazer justiça com minhas próprias mãos. Será que fazer justiça seria fazer o "mal", e sendo assim, eu teria que pagar por isso depois? Será que a vida me entenderia? Eu não quero o mal. Só quero o troco contado moeda por moeda de tudo o que eu e aqueles que eu amo estão passando. Por cada passo dado, vai pagar. Ver meu irmão sofrer dói demais, apesar de ele fingir que não está sofrendo. Claro que está. Eu não me importo que me façam sofrer, mas fazer ele sofrer ninguém vai. Esta é minha missão e é por isso que estou aqui. Vou defendê-lo até o fim, mato e morro se for preciso. Pra isso eu vim, e pra isso continuarei até o fim.
terça-feira, 29 de julho de 2014
Long time...
Oi, blog.
Faz simplesmente 1 ano e 7 meses que eu não escrevo nada por aqui.
Acho que foi um tempo meio (muito!) corrido, então por isso acabei nunca mais aparecendo...
Tão bom reler as postagens que já fiz, dizem tanto sobre mim e sobre o que eu sentia em cada momento.
Agora estou aqui.
Quase a mesma de sempre... Mas acho que com menos tempo hábil pra ficar depressiva. Talvez a melancolia de sempre ainda exista em mim (sei que existe), mas não tendo tempo para refletir, acabo deixando ela bem guardadinha. E quase esquecida. A partir daquele janeiro de 2013 (última postagem) a vida foi tranquila... Novas experiências... Mas um ano chatinho no quesito "minha liberdade". 2014 está sendo talvez o pior ano da minha vida. No quesito "liberdade" não podia ser melhor... consegui tudo o que eu sempre quis - ser eu. No quesito "saco cheio" - não podia ser pior. Quesito cansaço, também. A minha sorte é que de fevereiro pra cá eu não vi a vida passar. Quando acordei já é agosto. São só mais 4 meses sobrevivendo até este ano acabar. A minha melancolia foi esquecida dentro de mim, e parece que eu mesma fui esquecida junto com ela.
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