Let's travel?

Let's travel?
Entre sem bater.

sábado, 7 de julho de 2012

Dia 04.

Fomos pra escola. Morrendo de fome, achamos uns meal deals no Tesco... um lanche natural, uma batatinha e uma coca por 2,50 pounds, comemos no ponto de ônibus. Depois fomos na Tutnham comprar o computador, mas eram todos usados. Comprei o netbook, 205 libras, disseram que 22 devolvem no aeroporto, o tal VAT, vai saber. Voltamos pra casa, jantamos pizza de salame e presunto, salada de repolho e maionese de repolho. Viemos pro quarto, pra nossa sessão descanso, piadas e risadas, falar com Brasil, fazer lição de casa... e dormir... 04/07, quarta-feira

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Dia 03.

Fomos pra escola, almoçamos hamburguer sujo de novo - MY GOODNESS. Cada uma comprou 2 hamburgueres e 2 batatas. Fomos na Totnham - vulgo Santa Ifigênia - procurar computadores. Achamos uns muito legais, e decidimos pensar melhor pra comprar. Jantamos com a mãe, o filho dela e o Itália. Foi salada de repolho, repolho cozido com ovo, frango. Conversamos pra caramba. Depois viemos pro quarto. Ainda não arrumamos nenhum esquema de almoçar nem lavar roupa... SAD! 03/07

Dia 02

Acordamos várias vezes durante a noite, achando que já tinha dado a hora da escola. Durmi bem, o colchão e o travesseiro são otimos. As 7:20 levantamos, lavei o cabelo, fomos para o cafe. Cha inglês muito bom, para minha alegria, pão de forma tostado, geleia, manteiga, nothing really special. Fomos para a aula, chovendo. A pé. Saímos as 8:15, eram 9 horas e ainda estávamos perdidas, pedimos várias informações. 9:15, atrasadas, molhadas e sem passaporte, chegamos. Cada uma fez o teste oral individualmente, e eu e a Yas ficamos na mesma sala, no Upper Intermediate. A Gi ficou no Pre-Intermediate. O livro usado na escola é o mesmo adotado pela cultura inglesa - pasme. Mas por ironia, ainda bem, eu só usei esse livro no avançado, e aqui estou antes desse nível. Fomos para um pequeno tour conhecer algumas coisas úteis aqui perto. As 11, tivemos aula. Um professor que parecia bem novo, loiro de olho azul, com um sotaque britânico invejável. A primeira aulinha baseou-se em cada um ler dois jornais bem diferentes daqui, e resumir um artigo de cada para o seu grupo. O menino japonês que estava comigo era impossível de entender. É, foi legal. Quando saímos, fomos comer fast food. 3 hamburgueres e duas batatas, por uns 3 pounds, é. Depois fomos no shoppingzinho aqui perto que tem várias coisas legais, e hoje descobrimos que Londres É MUITO CARO! Daí fomos para o metrô e fizemos o cartão semanal do metrô, TRINTA E CINCO LIBRAS! O mensal era 132. PQP! Tá, enfim, fomos para White City, em um shopping chamado Westfield. Maaaaais coisas caras. Apple, Hollister, GAP, tudo caro. Saímos, nos perdemos, mais umas 5 informações. Fomos para Oxford de metrô. Passeamos um pouco, vimos que os preços não variam tanto, quando não aguentávamos mais ficar de pé e não conseguíamos mais andar, resolvemos voltar. Jantamos arroz, ervilha com um caldo X, batata cozida, bolinho de carne, salada... e depois viemos pro quarto, as usual. 02/07

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Sunday - 1st day

O voo saiu 1 hora da manhã do sabado. Conversamos, vimos filme, ouvimos musica, jantamos (salada, carne / frango ou macarrão, bolo de doce de leite)... Depois tooooodo mundo dormiu. Tirei o sapato, ajeitei o travesseiro, a coberta, e dormi, embora tivesse certeza de que não conseguiria. Acordei varias vezes e olhei o mapa, para ver onde estavamos. O tempo simplesmente não passava. No total, devo ter dormido umas 6 ou 7 horas. Umas 9 da manhã, que ja eram 1 da tarde no fuso, todos ja estavam acordados. Serviram o cafe da manhã (misto ou ovo, melão, mini pão francês com manteiga...) O voo aterrisou meio-dia, que aqui eram 4 da tarde. Aplaudiram o voo (WTF?). Descemos, e andamos MUITO pelo aeroporto, pegamos uma fila enorme, e tive o primeiro contato com o inglês de verdade, perguntando se estavamos na fila certa. Chegada a nossa vez, dissemos a moça que viemos estudar. Ela pediu a carta da escola, foi super simpatica, não precisamos de nada alem disso. Pegamos nossas malas, e fomos para a porta. Perdidas, com varias malas de mao, e três malas de trinta kilos cada uma. Um brasileiro nos ouviu falando português e ofereceu para nos levar ate a casa, por 75 libras, cerca de DUZENTOS E SESSENTA REAIS. Disse que de taxi gastariamos mais, e toda aquela conversa. Pensamos por meio segundo, e... recusamos. A Gi queria ir de taxi, mas eu achei que poderiamos economizar para outras coisas. Perguntei ao cara do aeroporto, e ele sugeriu o metrô. Compramos os bilhetes, 4,30 libras cada. Pedimos a direção, pegamos o mapa e fomos. O metrô lotou, e quase não conseguimos descer na estação da baldeação. Mas, brasileiras, claro, descemos. Pegamos a outra linha. No sentido errado (EPIC FAIL). Descemos na proxima estação, e depois ok, era so passar para o outro lado para pegar o sentido certo, descer de um lado e depois subir de outro. So um detalhe... com uns 110 kilos de malas. Simples ne? Mas aqui as pessoas possuem uma educação inglesa, literalmente. O cara do metro desceu todas as malas. E subiu todas as malas. E ainda fez piada, dizendo que hoje estaria dispensado da academia. Esperamos o metrô por uns 10 minutos. Chegando em Ealing Broadaway, nossa estação, mais escadas. E mais ajuda. Saindo, a casa ainda estava a uns 2 ou 3 kilometros. Pegamos um taxi, oito libras ate aqui. Tocamos a campainha, QUE MEDO! Mas a "mãe" abriu, dizendo que estavamos atrasadas, e sorrindo. Eram umas sete. Conversamos com ela, e que inglês LINDO ela fala! Depois, tomamos banho, e ela fez macarrão pra gente (o banheiro fica na parte de comer da casa... WEIRD!). Umas nove escureceu, umas dez e meia fomos dormir. 01/07/2012

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Relato de uma viajante. dia 00*

Amanhã é o "grande dia". Esperei por mais de um ano este dia chegar, o tão esperado dia da tão esperada viagem, e agora o que acontece é que não estou com a mínima vontade de ir. Ainda parece uma mentira, parece irreal, sei que não é algo tão grandioso assim, mas nunca fiquei tanto tempo fora. Em um lugar desconhecido e desprotegido, e digamos que trinta dias não é tão pouco tempo, também. É claro que aqui nem tudo é perfeito. E principalmente não tenho um milésimo da liberdade que tanto prezo. Tudo tem seu lado bom, será ótimo trinta dias fazendo tudo o que bem entendo, do jeito que bem entendo, a hora que bem entendo. Será ótimo também sentirem minha falta em casa, a ditância é boa para dar valor, de ambos os lados. Será ótimo minha mãe perceber que eu sei viver, sem viver sozinha, sei sobreviver. Mas não sei... é um sentimento esquisito, sabe? Não é meu colchão, não é meu chuveiro, não é a minha comida, minha língua, casa, país. E trinta dias sem o meu amor do meu lado a cada momento também vai ser muito difícil. Ai, são tantos sentimentos misturados dentro de mim! Não sei se eu deixaria de ir, se tivesse essa opção. Mas ao mesmo tempo não consigo ficar ansiosa, não consigo ficar animada, não consigo criar expectativa alguma quanto a isso. E fico um pouco triste por isso, na realidade. Afinal é um "sonho" que se torna realidade e eu já o abdico antes mesmo de ele começar a virar realidade. É, não sei, são tantos "não sei" que eu já nem sei. Só terei algum tipo de noção quando tudo de fato começar, se é que começa (porque como eu disse, parece irreal). E aí eu conto depois.

sábado, 23 de junho de 2012

that night

“Naquela noite, falamos da vida, do tempo que passamos juntos. Talvez não fossemos mais aquelas crianças. Mas certas coisas não mudam nunca, certas coisas permanecem. E mesmo que eu não soubesse o que ia acontecer conosco, nem para onde nos dirigíamos, sabia que não podia deixar ele sair da minha vida”.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

pra ser sincero

E agora é tanto amor, me abrace como foi. Te adoro e você vem comigo aonde quer que eu voe... E o que passou, calou. E o que virá, dirá. E só ao seu lado, seu telhado, me faz feliz de novo... O tempo vai passar e tudo vai entrar. No jeito certo de nós dois... As coisas são assim e se será, que será... Pra ser sincero meu remédio é te amar, te amar... Não pense, por favor que eu não sei dizer que é amor tudo o que eu sinto.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

maior vontade

Minha maior vontade era me esconder, e chorar, chorar, chorar muito, até não existirem mais lágrimas. Há tempos não me sentia assim - insegura, apavorada, sensível, indefesa - como sempre me sinto quando deparo o inesperado. Tenho vontade de mandar todo mundo pro inferno, de jogar todas as minhas coisas fora, de ir embora. Não sei. Moral da história: as pessoas mais fortes são as que enfraquecem mais fácil quando percebem não ter o controle de determinada situação. R.L.A

sábado, 9 de junho de 2012

e apesar de cada pesar, a verdade é que ela estava muito feliz.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

the word 'love' is too little to express what I am feeling now... This is something much bigger than me, he's my sunshine, I'd give up everything just to hear he saying that he would stay by my side. I can't imagine spending a whole month without him with me, to protect me and to hold me when I feel scared. He's getting more and more handsome to me, and each day I can feel we closer and closer. I think that from now on, I'll be happier. I'll be stronger. I'll be with him. now and forever, it doesn't matter what 'forever' means.

sábado, 26 de maio de 2012

lar, estranho lar

É muito esquisito quando você passa a se sentir um estranho. Dentro da própria cidade, da própria casa, da própria alma. Por que não podemos ser donos de nossas próprias vidas, rotinas e destinos? Eu estou tão cansada. Cansaço, esta palavra define tudo. Tudo o que venho sentindo. Vontade de mandar tudo pro inferno, mandar todos pro raio que os parta, gritar pro mundo que a vida é minha e ninguém tem nada a ver com isso. Quando isso vai acabar? Quando poderei, de fato, ser feliz? Quando deixarão que eu seja feliz? Quando? Quando minha felicidade será permitida, pelas pessoas e pelo mundo? Quando minhas vontades serão respeitadas? Mesmo nos momentos em que estou mais completa, mais feliz, sempre tem algo no meio. Uma preocupação, um desespero, uma falta de tempo, uma mentira, uma ligação, outra mentira, sempre. Quando isso vai acabar, quando, quando, quando? Estou no meu limite. Estou sufocada. Sem ar. Palpitação, lágrimas não cansam de escorrer e sumir. Sinto uma dor no peito que chega a ser física, e há muito tempo eu não me sentia assim. Por um lado, um lado bem pequeno, é bom, porque me sinto viva. Sinto que ainda sinto. Mas por outro, ai, por outro, não tenho mais paciência com nada, com ninguém, tudo me incomoda, qualquer coisa é motivo pra meu coração explodir de infelicidade, meu corpo inteiro querer gritar, berrar, me deixem em paz, por favor, eu imploro por um pouco de paz! Sinto vontade de fugir, não sei para onde, não sei por quê. Me sinto outro dentro do meu próprio eu, e esse outro não sou eu, e eu quero muito que ele vá embora, e logo. Como é ruim essa sensação de não ser você, nem no próprio quarto, nem no próprio corpo, muito menos no próprio lar, estranho lar...

another day in our life...

"Mais um dia passou, e a gente passou juntos, e tem sido assim, estive pensando... não teve sequer um dia, depois de quando começamos a nos falarmos, que deixamos de falar uma palavra um pro outro... eu levava muito a sério, já, desde o primeiro dia, vi em você a certeza do meu futuro. E hoje estamos aqui, e ontem estavamos lá, mais um dia maravilhoso, por estar do seu lado... temos ficado tao íntimos, tão um só. Nao penso mais em você como você, porque você já está em mim, o tempo todo, a cada segundo. Tenho contado os dias, pra chegar o dia em que poderemos ficar realmente juntos o dia inteiro, todos os dias, aqueles dias em que esperaremos um ao outro chegar em casa do trabalho, jantar, assistir tv juntos, dormir, so isso, so com vc, so de pensar nisso fico tao feliz, tao completo, tao certo de que o que quero eh so vc, pra sempre. Sabe, eu tenho me sentido cada vez mais seu e tenho sentido vc cada vez mais minha, em todos os aspectos. Nos, temos a nos mesmo, como melhores amigos, irmaos, namorados e amantes, eh assim que sinto nos, tudo isso em uma so coisa. Somos melhores amigos, para ter como apoio, para contar nossas historias, qualquer que seja ela, pra rir, pra brincar. Somos irmaos, pq mesmo com motivos pra brigar, nao conseguimos sustentar uma briga, choramos e depois, no mesmo segundo, rimos até chorar, choramos até rir depois, sentimos às vezes raiva, podemos nos distanciarmos, mas é certo que vamos voltar. Somos namorados, pra andar de mãos dadas, pra poder abraçar sem motivo, beijar sem motivo, podermos ter no outro o reflexo de nós mesmos, para entregar nossas cartas de amor, e sentir calor nos dias frios. Somos amantes, temos todo aquele, tesao, desejo, vontade, realizamos nossas loucuras, temos uma paixão que parece dificil de ser apagada, e a materializamos, nosso amor, nossa paixão, é o sentimento em si, em sua expressao mais bela. Acho que descobri que amor não é só isso de ser namorado, ou amigo. Eh quando se sente tudo de uma so vez. Amor nao eh so isso, amor eh tudo, amor eh nao conseguir pensar em eu sem vc, amor eh nao conseguir explicar, eh sentir e saber. E de uma coisa eu tenho certeza, ou eu mais que amo vc, ou eu te amo muito mais do que se possa escrever. Amor, minha vida, meu bebê, eu amo mto vc." Matheus.

terça-feira, 22 de maio de 2012

sinto perto, mas está longe

Senti seu cheiro, seu toque, sua presença, mas você não estava ali. Senti seus dedos secando minhas lágrimas, seu beijo na testa, mas você não estava ali. Senti sua respiração, sua pulsação, sua mão na minha, mas você não estava ali. Senti seu corpo no meu, senti seus dentes no meu ombro, mas você não estava ali. Senti seu abraço, senti seu olhar no meu, mas você não estava ali. Senti a segurança que você me passa, senti a força que você me traz, mas você não estava ali. Senti você, senti tão real, senti tão verdadeiramente, mas não, você não está aqui. R.L.A.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

O que eu também não entendo

"Essa não é mais uma carta de amor. São pensamentos soltos, traduzidos em palavras pra que você possa entender o que eu também não entendo. Amar não é ter que ter sempre certeza, é aceitar que ninguém é perfeito pra ninguém. É poder ser você mesmo, e não precisar fingir. É tentar esquecer, e não conseguir fugir. Já pensei em te largar, já olhei tantas vezes pro lado, mas quando penso em alguém, é por você que fecho os olhos. Sei que nunca fui perfeito, mas com você eu posso ser. Até eu mesmo, que você vai entender. Posso contar meus pesadelos, e até minhas coisas fúteis. Posso tirar a tua roupa, posso fazer o que eu quiser. Posso perder o juízo, mas com você eu tô tranquio. Agora o que vamos fazer? Eu também não sei. Afinal, será que amar é mesmo tudo? Se isso não é amor o que mais pode ser? Estou aprendendo também..."

sábado, 5 de maio de 2012

Como sempre sonhei.

Tudo perfeito, como eu sempre sonhei. Todos os detalhes, como eu sempre sonhei. Até a lua estava linda, como eu sempre sonhei. Urso de pelúcia, pingente de coração, chocolate e anel, como eu sempre sonhei. Surpresas, palavras no papel, olhos nos olhos, como eu sempre sonhei. Muitos sorrisos, risadas infinitas, confidência inexplicável, como eu sempre sonhei. Sem passado, como sempre sonhei. Um amor correspondido, como sempre sonhei. Me conhece como ninguém, lida comigo como ninguém, como sempre sonhei. É você, só você, como sempre sonhei. Hoje, hoje mesmo, achei alguém para dar o meu amor. Como sempre sonhei.