Let's travel?
Entre sem bater.
sábado, 26 de janeiro de 2019
Demore o quanto demorar, tudo vai passar...
O ano mal começou e a vontade já é que ele acabe. Como esse lugar tem o poder de fazer a gente querer que tudo passe logo... E a impressão que dá é a de que nunca vai acabar. Faz só 6 meses que estou aqui, e já parece fazer 6 anos. Como será que estarei daqui 1 ano? 26 de janeiro de 2020... Na metade do segundo ano, rumo ao terceiro... E meu coração, como vai estar? Tranquilo? Feliz? Apaixonado? Apertado? Recém tomado mais um pé na bunda, será? E o menino dos olhos verdes, já terei esquecido? Aqui tudo é tão volátil. Tudo muda muito. O dia dura 50 horas, cada aula dura umas 5h, a semana tem 20 dias, o ano tem 60 meses... e por aí vai. Mas é uma fase que não volta, e cada fase tem sua própria beleza. Sei que daqui um ano muita coisa terá mudado. Já não seremos os mais modernos por aqui, e sei que meu coração estará mais tranquilo do que ele está agora, com toda a certeza. "Tudo passa..." é a frase que eu vou tatuar na minha mente. É a frase que vai me dar forças pra seguir em frente. Pra chegar no dia 26 de janeiro de 2020, daqui 365 dias, firme e forte. Não imagino como estarei, mas sei que estarei. Até lá, meu Eu do futuro, um futuro que hoje parece tão absurdo de distante, mas que tenho certeza de que irá chegar. Demore o quanto demorar.
Adeus, olhos verdes.
Ele me levou pras nuvens... e me jogou lá de cima.
Ele me encontrou em um momento em que eu estava péssima. Com uma corda larga e forte, me tirou do fundo do poço. E aí foi me levando lá pras alturas... Em um lugar tão lindo que eu já nem imaginava que poderia existir. Ele me fez tão feliz em tão pouco tempo. Ele me fez querer ficar só dentro daquele abraço, me fez querer que o tempo congelasse em cada momento em que meu corpo estava junto ao dele. Ele me mostrou que eu ainda era capaz de amar, de amar de verdade, amar com todas as forças que existem dentro de mim. Ele me mostrou que eu ainda tinha dentro de mim um lado tão amável que eu mesma já nem conhecia. Foi assim por algumas semanas. De 23 de julho até 23 de dezembro... em dezembro as coisas começaram a mudar, tão rápido e tão cedo. A vida mudou. A rotina mudou. Ele se formou aqui, foi trabalhar em outra cidade, até aí, achamos que íamos dar conta... e talvez tivéssemos dado, mesmo. 23 de dezembro, a primeira pequena discussão. Eu já não conseguia reconhecer nele aquele menino puro que me demonstrou tanto amor. E se eu tivesse tido mais paciência? Hoje eu enxergo. Fui impulsiva, e daí pra frente eu só piorei. Eu aumentando a cobrança e ele só se afastando, aos poucos, e sem reclamar. Eu querendo uma atenção que ele já não conseguia me dar. E ele, confuso, sem tempo, meio sem vontade, não sei. Fomos levando. Chegou o dia de eu voltar pra Academia, 07 de janeiro. Que falta enorme ele me fazia. Eu procurava por ele nos corredores, nas salas, nos pelotões. Mas ele não estava mais aqui... já não havia aqueles olhares se procurando a todo momento, já não tinha aqueles olhos verdes cruzando com os meus quando eu menos esperava, já não tinha chocolate-surpresa no meu plantão, já não tinha mensagem de bom dia, já não tinha mais nada disso. E eu só querendo mais e mais a presença dele, e ele só se afastando mais e mais. Por que tínhamos que chegar a esse ponto? Faltou conversa? Faltou amor? Eu não sei e agora não adianta mais. Ele tomou a decisão dele. "Já não me vejo mais com você", foi o que eu ouvi. Essas palavras ecoam na minha mente de uma forma destruidora. Eu ainda amo tanto, mas tanto ele. Eu ainda quero tanto, mas tanto, ele. Agora é dar tempo ao tempo, tempo para me cicatrizar, tempo para eu entender que realmente acabou, deixar as fichas caírem aos poucos e enquanto isso ir sentindo a falta dele a cada milésimo de segundo. Eu só queria voltar no tempo, olhar naqueles olhos verdes novamente, me encaixar naquele abraço e dizer pra ele o quanto eu o amo, o quanto eu queria passar o resto da minha vida ao lado dele. Adeus, olhos verdes. Sejam felizes onde quer que estejam. Adeus, meu homem tão lindo. E não esquece, tá? Se a saudade apertar, eu estarei aqui. Se quiser voltar, eu estarei aqui. Sempre.
Ele me encontrou em um momento em que eu estava péssima. Com uma corda larga e forte, me tirou do fundo do poço. E aí foi me levando lá pras alturas... Em um lugar tão lindo que eu já nem imaginava que poderia existir. Ele me fez tão feliz em tão pouco tempo. Ele me fez querer ficar só dentro daquele abraço, me fez querer que o tempo congelasse em cada momento em que meu corpo estava junto ao dele. Ele me mostrou que eu ainda era capaz de amar, de amar de verdade, amar com todas as forças que existem dentro de mim. Ele me mostrou que eu ainda tinha dentro de mim um lado tão amável que eu mesma já nem conhecia. Foi assim por algumas semanas. De 23 de julho até 23 de dezembro... em dezembro as coisas começaram a mudar, tão rápido e tão cedo. A vida mudou. A rotina mudou. Ele se formou aqui, foi trabalhar em outra cidade, até aí, achamos que íamos dar conta... e talvez tivéssemos dado, mesmo. 23 de dezembro, a primeira pequena discussão. Eu já não conseguia reconhecer nele aquele menino puro que me demonstrou tanto amor. E se eu tivesse tido mais paciência? Hoje eu enxergo. Fui impulsiva, e daí pra frente eu só piorei. Eu aumentando a cobrança e ele só se afastando, aos poucos, e sem reclamar. Eu querendo uma atenção que ele já não conseguia me dar. E ele, confuso, sem tempo, meio sem vontade, não sei. Fomos levando. Chegou o dia de eu voltar pra Academia, 07 de janeiro. Que falta enorme ele me fazia. Eu procurava por ele nos corredores, nas salas, nos pelotões. Mas ele não estava mais aqui... já não havia aqueles olhares se procurando a todo momento, já não tinha aqueles olhos verdes cruzando com os meus quando eu menos esperava, já não tinha chocolate-surpresa no meu plantão, já não tinha mensagem de bom dia, já não tinha mais nada disso. E eu só querendo mais e mais a presença dele, e ele só se afastando mais e mais. Por que tínhamos que chegar a esse ponto? Faltou conversa? Faltou amor? Eu não sei e agora não adianta mais. Ele tomou a decisão dele. "Já não me vejo mais com você", foi o que eu ouvi. Essas palavras ecoam na minha mente de uma forma destruidora. Eu ainda amo tanto, mas tanto ele. Eu ainda quero tanto, mas tanto, ele. Agora é dar tempo ao tempo, tempo para me cicatrizar, tempo para eu entender que realmente acabou, deixar as fichas caírem aos poucos e enquanto isso ir sentindo a falta dele a cada milésimo de segundo. Eu só queria voltar no tempo, olhar naqueles olhos verdes novamente, me encaixar naquele abraço e dizer pra ele o quanto eu o amo, o quanto eu queria passar o resto da minha vida ao lado dele. Adeus, olhos verdes. Sejam felizes onde quer que estejam. Adeus, meu homem tão lindo. E não esquece, tá? Se a saudade apertar, eu estarei aqui. Se quiser voltar, eu estarei aqui. Sempre.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
4 months later...
Parece um filme, sabe? Não parece que é real. Entrei aqui no meu refúgio particular e vi que faz exatamente 4 meses desde que escrevi pela última vez e consequentemente 4 meses desde que estou aqui. O que menos tenho é tempo. E em segundo lugar, vontade. Tentou poupar as poucas energias que me restam... Mas quando a coisa aperta, é pra cá que eu venho. E apertou, apertou feio. Me machuquei, e o pouco de esperança que ainda me restava parece que se foi ao chão junto com meu corpo de cima daquele cavalo. Por que tudo tem que ser tão difícil por aqui? Desumano, mesmo. Um teste, pra ver quem são os fortes que irão sobreviver até o final? Parece que nada faz sentido. Como me disseram antes de eu entrar aqui... "ninguém pára a inexorável marcha do tempo". Essa frase não tinha muito significado quando eu ouvia, mas hoje parece que é a razão de eu continuar em frente. Daqui 24 dias corridos eu estarei de férias, por 15 dias longe daqui e com a sensação, talvez, de dever cumprido. Ou não. Será que vou carregar pendências pro ano que vem, ou dia 15 de dezembro vou poder recostar a cabeça, respirar fundo e dizer "ufa, deu tudo certo"? O que eu mais queria era recomeçar o ano com a sensação de que realmente será um novo ano, tudo novo, de novo. Isso o tempo dirá... serão longos 24 dias, mas eles vão acabar, e eu tenho certeza disso. Tudo passa, não é assim que dizem? No momento eu só queria que essa dor maldita passasse... Hoje é o décimo longo dia com ela me acompanhando e parece que ela não vai embora tão cedo. Bom, uma preocupação por vez. Vai dar certo. Vai dar certo. Se eu repetir essa frase mil vezes, talvez realmente dê certo.
domingo, 22 de julho de 2018
Chegou a hora...
Meu estado nesse exato momento... lágrimas rolando sem parar. Amanhã por volta das 5h da manhã estarei adentrando os portões da sonhada ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR DO BARRO BRANCO. O que eu sinto? Um pouco de felicidade e muito terror, um mix de ansiedade e medo. Não sei o que me espera lá dentro.
Há exatamente um ano eu decidi que iria lutar com todas as minhas forças pra alcançar esse momento, e agora ele chegou. Eu olho pras malas, as malas olham pra mim, e chegou a hora de colocá-las no porta-malas e encarar a realidade de que agora não da mais pra desistir. “Será que é isso mesmo que eu quero?” O tempo irá responder.
Existe uma frase que eu amo, e serve tanto pra fase de estudos quanto pra encarar o curso de formação: “QUEM ESCOLHEU A BUSCA NÃO PODE RECUSAR A TRAVESSIA”. Eu escolhi a busca, encarei a travessia de estudos, e consegui a aprovação. Agora escolho a busca pela espada, e amanhã minha nova travessia se inicia.
contato pra tirar dúvidas ou mesmo só pra conversar.
São tantas dúvidas e tanta incerteza, tanta insegurança... mas meu futuro está escrito e é hora de enfrentá-lo de cabeça erguida e espinha ereta! Estou chegando, APMBB!
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Adeus, fome, adeus, carência
Outro dia eu li uma frase de uma psicóloga, e fez todo o sentido do mundo pra mim: ir em busca de um companheiro quando se está carente é como ir ao mercado com fome: tudo parece extremamente atrativo. E então resolvi refletir um pouco sobre mim. Em setembro do ano passado (ou será que foi outubro? Já nem lembro mais) eu tomei um pé na bunda de uma pessoa extremamente péssima. Coitado. Me tratava como uma qualquer, e fazia com que eu acreditasse que de fato eu não tinha valor nenhum. Um relacionamento extremamente infantilizado, abusivo e tóxico. Relacionamento que me fez sofrer tanto durante quanto após o ponto final. Na época eu fiquei tão mal, quando fui dispensada por ele eu cheguei ao fundo do poço e achava que nunca mais sairia de lá. A carência era tanta que qualquer um que me aparecia eu achava que era o grande amor da minha vida. Só que obviamente não eram. Cada ser humano que eu via eu já queria casar, ter um casal de filhos, um gato e uma planta. A carência me fazia enxergar as situações de forma totalmente distorcida. E então eu era dispensada novamente por todos os amores da minha vida que eu vinha a conhecer, porque talvez eles enxergassem a realidade de que não tinham absolutamente nada a ver comigo. E ser dispensada repetidamente pelos meus ex futuros maridos só me deixava pior. Mas aí a carência foi passando, sabe? Fui vendo a vida de outra forma, focando em outros objetivos muito maiores e muito mais valorosos, e até esqueci o que era querer um ser humano só pra mim. Olho pra trás, vejo as pessoas pelas quais me apaixonei perdidamente quando me sentia vazia e, posso falar a verdade? Sinto vergonha de mim mesma. Olho pro tal do meu ex e tenho vontade de pedir perdão pra minha família. São pessoas que não tem nada a ver comigo. Hoje estou tão seletiva, até demais. Consigo listar 387 defeitos em qualquer criatura só nos primeiros cinco minutos de conversa, e já desisto. Às vezes me sinto anestesiada, às vezes parece que jamais serei capaz de abrir mão de qualquer coisa por alguém novamente. Às vezes sinto que não serei capaz de amar e me entregar novamente. Tempo ao tempo, né? Se tiver que acontecer, vai acontecer. Mas de uma forma muito mais natural e saudável do que quando eu estava ridiculamente carente. Agora quando eu entrar no mercado vai ser pra selecionar só o que não tem nem gorduras trans, nem glúten, nem lactose. Adeus, fome, adeus, carência.
domingo, 24 de junho de 2018
Há males que vê pra bem, gratidão pela dor
Eu andava bem pilhada, né. Palpitações, falta de ar, crises de choro e tudo aquilo que eu havia comentado no post anterior. Sabe, tem horas que eu quero abraçar o mundo, aí vejo que meus braços não são compridos o suficiente. E por isso deu todo aquele pane, e tudo mais. Deu toda aquela ansiedade de querer fazer mais e mais. E vendo que eu não era capaz, estava sofrendo. Aí meu corpo resolveu me parar. E no auge de uma situação em que eu não poderia faltar, ou melhor, tinha certeza de que não poderia faltar, eu simplesmente apago. Me vejo caída e sem forças pra levantar, a vista totalmente escura, a mente girando, o estômago embrulhado, querendo colocar pra fora algo que nem possuía, lágrimas rolando perante toda aquela impotência totalmente inaceitável. Então sou levada pra casa praticamente arrastada, porque eu ainda queria lutar contra mim mesma permanecendo ali, insistindo naquilo que meu corpo implorava pra parar. E aí, aos poucos, vou desacelerando. Hora após hora eu vou escutando meu próprio corpo me alertando de que os últimos tempos não andavam sendo nada saudáveis. Então a respiração vai desacelerando. O coração vai desacelerando. Pensamentos idem. Frequência também. Tudo mais calmo e tudo muito melhor. Dois dias fechada no meu próprio mundo, dentro da minha casa e do meu corpo, em uma paz que há tempos não sentia. Parei pra pensar em como nós somos incríveis por dentro e por fora. Meu inconsciente simplesmente decidiu adoecer meu corpo pra provar pra mim o quanto eu estava sendo nociva pra mim mesmo, baixando minha vibração por conta de uma aceleração absurda de querer fazer e querer ser mais do que eu sou capaz. E é impossível não sentir gratidão por essa dor absurda que estou sentindo na região abdominal desde ontem, impossível não me sentir maravilhosamente bem com esse enjoo que insiste em me acompanhar há mais de 30 horas consecutivas. Há males que vêm pra bem, não é esse o ditado? Quase todos, aliás. Praticamente todos.
segunda-feira, 18 de junho de 2018
Dias difíceis
Eis que a data se aproxima. Crises de choro e crises de
falta de ar se tornaram rotina. Tentações em vão de meditar, de respirar, de
tentar ir pra academia pra “não sofrer tanto”. O fato é que não sei o que me
espera. Eu quis tanto isso, mas posso me arrepender com uma semana lá dentro.
Saindo de um emprego que eu gosto tanto e me faz tão bem para adentrar no mundo
obscuro que eu escolhi. É normal me sentir assim, mas dói tanto. Não consigo
pensar em mais nada. Simplesmente me sinto totalmente anestesiada em todas as
outras partes da minha vida. Tentando levar os dias de uma forma mais
tranquila, mas está tão difícil. As palavras são pequenas para explicar. Os
sentimentos são bons mas ao mesmo tempo são péssimos. “Pilhada” , como tem dito
a minha mãe. O peito dói, a cabeça a milhão, as pernas não param de se mexer um
minuto. Dormir é o que alivia a pressão. Esses dias cinzas só estão piorando,
pessoas nada a ver entrando na minha vida também estão deixando tudo pior. É
preciso força e coragem para cortar relações tóxicas e inúteis, coragem para
viver os dias colocando tudo em ordem para a nova fase que está chegando. E há
de chegar.
quinta-feira, 22 de março de 2018
Hoje é dia 22 de março de 2018, uma quinta-feira. São 18h14, e eu nunca estive tão ansiosa em toda a minha vida. Aliás, acho que eu nem sequer conhecia o verdadeiro significado dessa palavra em sua mais pura essência, até então. Daqui a algumas horas terei a resposta pela qual eu espero há tantos anos... e há exatos 8 meses contando os dias para este momento, e agora ele chegou. É uma mistura enorme de sentimentos. É a sensação de ter dentro de si uma vontade maior que seu próprio ser, uma vontade que te ocupa dos pés à cabeça e ainda falta espaço. É uma vontade que te faz arrepiar o corpo ao se pensar que ela pode se tornar real dentro de poucas horas, misturada com aquele velho pé atrás acompanhado do "e se?". A resposta que virá pode mudar o rumo de tudo, da minha vida por completo. E é exatamente isso que eu mais quero. Neste momento, minhas mãos tremem, meu peito dói, o ar não é capaz de entrar para os meus pulmões. Minha mente à mil por hora, pensando em tantas coisas ao mesmo tempo que na verdade eu nem sei. Em algumas horas, minha vida pode mudar. E vai mudar. Porque esse desejo percorre meu corpo, corre em minhas veias como eu nunca antes senti. E eu confio. Eu entrego. E eu agradeço. Vai dar certo!!!
domingo, 31 de dezembro de 2017
2017
Em 2017 eu...
Em janeiro, fui recontratada no CNA, fiquei um semestre trabalhando lá, com crianças e adolescentes. Foi legal, mas acabei saindo em julho.
Em fevereiro, iniciaram-se as aulas e cursei o quarto semestre de psicologia.
Ainda no primeiro semestre, fui convidada para coordenar o grupo de jovens do centro. Apesar de ter ficado em dúvida em relação ao convite, ter aceitado foi uma ótima decisão.
Em julho, tomei a difícil decisão de trancar o curso para seguir um grande sonho que despertou em mim. Batalhei dia após dia pra conquistá-lo. Se ele será real ou não, só 2018 pra dizer.
Em agosto, reatei o contato com meu pai, e foi como se nunca tivéssemos nos separado.
Em setembro, tomei um pé na bunda de um relacionamento falido, fiquei muito mal, mas passou, e foi a melhor coisa que me aconteceu. Ainda em setembro eu iniciei terapia, fiz algumas sessões mas acabei não me identificando e abandonando.
Em outubro, passei meu aniversário de 25 anos em uma viagem maravilhosa com meu pai.
Em novembro, 19/11, vivi o dia que talvez venha a mudar o resto da minha vida.
Dezembro, ah, dezembro! Pra começar, no dia 2/12 eu conheci uma pessoa especial. O dia 16/12 foi o dia mais feliz do meu ano, e um dos mais incríveis da minha vida. Não há palavras pra explicar aquele momento. Ainda em dezembro, fizemos a festa de Natal para as crianças de Itanhaém e da Aldeia Piaçaguera. Foi inesquecível. No dia 22, embarquei no meu primeiro cruzeiro. Agora acho que esse tipo de viagem será um vício.
Em 2017 perdi uns kilos e até que estou conseguindo manter uma vida mais fitness (hahaha). Tive um ano maravilhoso de novo no meu trabalho, muito tranquilo e de muita paz. Não tive grandes problemas em casa. Me tornei mais e mais religiosa e apegada ao mundo espiritual (quem me viu, quem me vê). Depois de mais de 2 anos, encontrei o Matheus no trânsito, e foi inexplicavelmente estranho. Mantive o contato com meus amigos da escola, saímos juntos algumas vezes.
E, no fim, um ano que foi tão difícil pra mim, se despede da melhor forma possível. Um ano de tanto aprendizado, tanta mudança, me conheci muito, me conectei a mim mesma e descobri aquilo que realmente quero e preciso. 2017 me ensinou a não me submeter àquilo que eu não creia merecer, e a batalhar por tudo aquilo que eu acredite que eu mereço. Obrigada, 2017, e vem com tudo, 2018!
Em janeiro, fui recontratada no CNA, fiquei um semestre trabalhando lá, com crianças e adolescentes. Foi legal, mas acabei saindo em julho.
Em fevereiro, iniciaram-se as aulas e cursei o quarto semestre de psicologia.
Ainda no primeiro semestre, fui convidada para coordenar o grupo de jovens do centro. Apesar de ter ficado em dúvida em relação ao convite, ter aceitado foi uma ótima decisão.
Em julho, tomei a difícil decisão de trancar o curso para seguir um grande sonho que despertou em mim. Batalhei dia após dia pra conquistá-lo. Se ele será real ou não, só 2018 pra dizer.
Em agosto, reatei o contato com meu pai, e foi como se nunca tivéssemos nos separado.
Em setembro, tomei um pé na bunda de um relacionamento falido, fiquei muito mal, mas passou, e foi a melhor coisa que me aconteceu. Ainda em setembro eu iniciei terapia, fiz algumas sessões mas acabei não me identificando e abandonando.
Em outubro, passei meu aniversário de 25 anos em uma viagem maravilhosa com meu pai.
Em novembro, 19/11, vivi o dia que talvez venha a mudar o resto da minha vida.
Dezembro, ah, dezembro! Pra começar, no dia 2/12 eu conheci uma pessoa especial. O dia 16/12 foi o dia mais feliz do meu ano, e um dos mais incríveis da minha vida. Não há palavras pra explicar aquele momento. Ainda em dezembro, fizemos a festa de Natal para as crianças de Itanhaém e da Aldeia Piaçaguera. Foi inesquecível. No dia 22, embarquei no meu primeiro cruzeiro. Agora acho que esse tipo de viagem será um vício.
Em 2017 perdi uns kilos e até que estou conseguindo manter uma vida mais fitness (hahaha). Tive um ano maravilhoso de novo no meu trabalho, muito tranquilo e de muita paz. Não tive grandes problemas em casa. Me tornei mais e mais religiosa e apegada ao mundo espiritual (quem me viu, quem me vê). Depois de mais de 2 anos, encontrei o Matheus no trânsito, e foi inexplicavelmente estranho. Mantive o contato com meus amigos da escola, saímos juntos algumas vezes.
E, no fim, um ano que foi tão difícil pra mim, se despede da melhor forma possível. Um ano de tanto aprendizado, tanta mudança, me conheci muito, me conectei a mim mesma e descobri aquilo que realmente quero e preciso. 2017 me ensinou a não me submeter àquilo que eu não creia merecer, e a batalhar por tudo aquilo que eu acredite que eu mereço. Obrigada, 2017, e vem com tudo, 2018!
terça-feira, 14 de novembro de 2017
sábado, 11 de novembro de 2017
Não dá pra entender
Eu mando mensagem, você ignora. Eu ligo, você não atende. Ligo de novo, você dá o celular pra sua mãe atender. Eu sinto sua falta 24 horas por dia, 60 segundos por minuto. E eu tenho certeza de que você sente minha falta também. Podíamos estar juntos, consertando todos os erros do passado, dando aqueles beijos inexplicáveis, aqueles abraços que paralisam o tempo, podíamos estar sendo muito felizes, mandando uma música diferente por dia (como na primeira semana que nos conhecemos). Eu não entendo por que estamos separados, cada um sofrendo pra um lado. Eu te amo tanto, e achava que você já não me amava mais... Mas por que iria me desbloquear agora? Pra permitir que eu veja o quanto você é lindo e sofra ainda mais? Ou pra olhar pra minhas fotos e sentir prazer por estar me fazendo sofrer tanto por você? Cada dia mais é essa Guerra Fria dentro do meu peito, metade de mim querendo nunca ter te conhecido, a outra metade ainda amando cada dia e cada noite que passamos juntos. Metade do meu coração só querendo te ver de novo, e a outra só pensando em você. E sem poder saber o que se passa na sua mente, porque você insiste em esconder. É, não dá pra entender.
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
A pessoa certa na hora errada. (FanFic)
Ele nem me conhecia. E eu nem conhecia ele. Ao acaso, um dia, um momento... Um encontro. Sabe quando você não espera nada, não cria nenhum tipo de expectativa? Eu estava assim. Havia sido um dia corrido e talvez o encontro nem fosse acontecer... Mas aconteceu. Nem com frio na barriga eu estava, e foi assim que eu cheguei lá. Ele atravessa a rua e entra no meu carro... (ai, ele é mais bonito do que eu imaginei. E mais cheiroso, também)... A conversa foi natural e instantânea. Em 10 minutos de percurso ele já conversou mais comigo do que havia sido em um ano de namoro com aquele cara por quem eu tanto sofri. - Onde vamos? - Onde você quiser (opa, já gostei, em outras palavras ele disse que o importante era estar comigo, independente do lugar. Aprende aí) . - Vou parar aqui, mas está meio longe do bar, tudo bem? - Claro, sem problemas (ai, caramba, que sorriso é esse!) - Mas está chovendo... - Por mim, tudo bem (cara, qual seu defeito?).
E lá fui eu abrir a porta pra descer, quando ele me puxa pelo braço de um jeito meio cena de filme, e me deu um beijo - e que beijo. Era um beijo quente, doce, não sei explicar. Foi bom. Foi muito bom. E então descemos do carro (caramba! ele é muito alto) eu toda atrapalhada, pra variar... Cheia de coisas nas mãos e nos bolsos, derrubo tudo no chão... - Você quer que eu leve suas coisas pra você? (Não, não seja tão cavalheiro, por favor, não posso me apaixonar!). Quando começamos a andar, ele simplesmente me abraça e vamos andando abraçados como um casal apaixonado. Em uma rua cheia de gente conhecida... E se encontrarmos alguém? Não deu outra, demos de cara com quatro amigos dele. E ele? Ele naturalmente acenou e continuou andando de mãos dadas comigo. Ele deixou eu escolher o bar, entramos e, juro... Fazia tempo que eu não passava momentos tão bons. Ele nem me conhecia, mas me deu todo o carinho que eu não recebi em um ano. Pra começar que sentamos grudados (não, ele não fez questão de sentar do outro lado da mesa). Ele me dava beijinhos e carinho o tempo todo (para, para de ser tão perfeito, por favor!) ficamos ali, abraçados, como se o tempo estivesse pausado. Uma conversa tão gostosa, uma troca de experiências, de conhecimentos, finalmente uma pessoa do mesmo nível intelectual que eu (tá bom, eu confesso, o nível intelectual dele é mais alto que o meu). Fazia tanto tempo que eu não me sentia assim... Olhar pra pessoa e perceber que ela queria estar exatamente ali onde estava, e não me deixar ter dúvidas em relação a isso, como tive em um ano. E mais, olhar pra mim mesma e ter certeza de que eu não gostaria de estar em nenhum outro lugar, com nenhum outro alguém. Em um ano acho que nunca me senti assim. Nessa noite eu tive certeza de que vivi um ano de uma ilusão, uma grande ilusão.O meu desejo era que aquela noite não terminasse nunca mais. Só que a noite terminou, a realidade voltou... E eu e ele sabemos que a hora é totalmente errada. Ele nem me conhecia, mas em algumas horas me fez tão feliz. Ele nem me conhecia, mas em algumas horas fez eu perceber o quanto eu posso, e mereço, ser respeitada e valorizada. Me fez ver o quanto eu mereço alguém que saiba conversar comigo, alguém que de uma forma totalmente natural faça que o momento seja maravilhoso, alguém que sinta prazer em estar ao meu lado, que me abrace e esqueça do mundo lá fora, que me dê muito carinho e beijos infinitos. Eu mereço alguém inteiro, e não migalhas de um amor doentio. Ele nem me conhecia, mas talvez seja ele. Ele, com seu 1,85 de altura, seus 28 anos, um rosto tão lindo, sorriso perfeito, formado em uma faculdade que eu me interesso e vivendo a profissão do meu sonho, me causando tanta admiração. Talvez seja ele a pessoa certa. Pena que na hora errada.
E lá fui eu abrir a porta pra descer, quando ele me puxa pelo braço de um jeito meio cena de filme, e me deu um beijo - e que beijo. Era um beijo quente, doce, não sei explicar. Foi bom. Foi muito bom. E então descemos do carro (caramba! ele é muito alto) eu toda atrapalhada, pra variar... Cheia de coisas nas mãos e nos bolsos, derrubo tudo no chão... - Você quer que eu leve suas coisas pra você? (Não, não seja tão cavalheiro, por favor, não posso me apaixonar!). Quando começamos a andar, ele simplesmente me abraça e vamos andando abraçados como um casal apaixonado. Em uma rua cheia de gente conhecida... E se encontrarmos alguém? Não deu outra, demos de cara com quatro amigos dele. E ele? Ele naturalmente acenou e continuou andando de mãos dadas comigo. Ele deixou eu escolher o bar, entramos e, juro... Fazia tempo que eu não passava momentos tão bons. Ele nem me conhecia, mas me deu todo o carinho que eu não recebi em um ano. Pra começar que sentamos grudados (não, ele não fez questão de sentar do outro lado da mesa). Ele me dava beijinhos e carinho o tempo todo (para, para de ser tão perfeito, por favor!) ficamos ali, abraçados, como se o tempo estivesse pausado. Uma conversa tão gostosa, uma troca de experiências, de conhecimentos, finalmente uma pessoa do mesmo nível intelectual que eu (tá bom, eu confesso, o nível intelectual dele é mais alto que o meu). Fazia tanto tempo que eu não me sentia assim... Olhar pra pessoa e perceber que ela queria estar exatamente ali onde estava, e não me deixar ter dúvidas em relação a isso, como tive em um ano. E mais, olhar pra mim mesma e ter certeza de que eu não gostaria de estar em nenhum outro lugar, com nenhum outro alguém. Em um ano acho que nunca me senti assim. Nessa noite eu tive certeza de que vivi um ano de uma ilusão, uma grande ilusão.O meu desejo era que aquela noite não terminasse nunca mais. Só que a noite terminou, a realidade voltou... E eu e ele sabemos que a hora é totalmente errada. Ele nem me conhecia, mas em algumas horas me fez tão feliz. Ele nem me conhecia, mas em algumas horas fez eu perceber o quanto eu posso, e mereço, ser respeitada e valorizada. Me fez ver o quanto eu mereço alguém que saiba conversar comigo, alguém que de uma forma totalmente natural faça que o momento seja maravilhoso, alguém que sinta prazer em estar ao meu lado, que me abrace e esqueça do mundo lá fora, que me dê muito carinho e beijos infinitos. Eu mereço alguém inteiro, e não migalhas de um amor doentio. Ele nem me conhecia, mas talvez seja ele. Ele, com seu 1,85 de altura, seus 28 anos, um rosto tão lindo, sorriso perfeito, formado em uma faculdade que eu me interesso e vivendo a profissão do meu sonho, me causando tanta admiração. Talvez seja ele a pessoa certa. Pena que na hora errada.
terça-feira, 7 de novembro de 2017
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
Quase, só quase
"Ele tentou usar uma roupa parecida... Tentou o mesmo corte de cabelo, tentou... vou te contar aonde ele errou: ele errou, quando o beijo não me arrepiou. Quando o abraço dele não encaixou. O erro dele é não ser você! Ele quase ficou entre você e eu, mas eu disse quase, só quase, entendeu? E pra te explicar a distância do quase, é tipo ida e volta daqui até Marte... Se Deus fez outro de você, tá decorando a casa dele, e ele não vai deixar descer, é um meu, e outro dele..."
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
Foi por você
"Você nem quis ouvir o que eu sentia. Você não entendeu que o que eu queria era te levar daqui, pra nunca mais ouvir dizer que eu não servia pra te fazer feliz... Nunca mais se esqueça que eu ainda estou aqui, não tem por que fugir. Quero que saiba que nada foi em vão, foi tudo por você! Tudo, tudo que eu fiz... foi por você."
Assinar:
Postagens (Atom)

