Let's travel?

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Entre sem bater.

domingo, 22 de julho de 2018

Chegou a hora...

Meu estado nesse exato momento... lágrimas rolando sem parar. Amanhã por volta das 5h da manhã estarei adentrando os portões da sonhada ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR DO BARRO BRANCO. O que eu sinto? Um pouco de felicidade e muito terror, um mix de ansiedade e medo. Não sei o que me espera lá dentro. 
Há exatamente um ano eu decidi que iria lutar com todas as minhas forças pra alcançar esse momento, e agora ele chegou. Eu olho pras malas, as malas olham pra mim, e chegou a hora de colocá-las no porta-malas e encarar a realidade de que agora não da mais pra desistir. “Será que é isso mesmo que eu quero?” O tempo irá responder. 
Existe uma frase que eu amo, e serve tanto pra fase de estudos quanto pra encarar o curso de formação: “QUEM ESCOLHEU A BUSCA NÃO PODE RECUSAR A TRAVESSIA”. Eu escolhi a busca, encarei a travessia de estudos, e consegui a aprovação. Agora escolho a busca pela espada, e amanhã minha nova travessia se inicia. 
contato pra tirar dúvidas ou mesmo só pra conversar.
São tantas dúvidas e tanta incerteza, tanta insegurança... mas meu futuro está escrito e é hora de enfrentá-lo de cabeça erguida e espinha ereta! Estou chegando, APMBB! 

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Adeus, fome, adeus, carência

Outro dia eu li uma frase de uma psicóloga, e fez todo o sentido do mundo pra mim: ir em busca de um companheiro quando se está carente é como ir ao mercado com fome: tudo parece extremamente atrativo. E então resolvi refletir um pouco sobre mim. Em setembro do ano passado (ou será que foi outubro? Já nem lembro mais) eu tomei um pé na bunda de uma pessoa extremamente péssima. Coitado. Me tratava como uma qualquer, e fazia com que eu acreditasse que de fato eu não tinha valor nenhum. Um relacionamento extremamente infantilizado, abusivo e tóxico. Relacionamento que me fez sofrer tanto durante quanto após o ponto final. Na época eu fiquei tão mal, quando fui dispensada por ele eu cheguei ao fundo do poço e achava que nunca mais sairia de lá. A carência era tanta que qualquer um que me aparecia eu achava que era o grande amor da minha vida. Só que obviamente não eram. Cada ser humano que eu via eu já queria casar, ter um casal de filhos, um gato e uma planta. A carência me fazia enxergar as situações de forma totalmente distorcida. E então eu era dispensada novamente por todos os amores da minha vida que eu vinha a conhecer, porque talvez eles enxergassem a realidade de que não tinham absolutamente nada a ver comigo. E ser dispensada repetidamente pelos meus ex futuros maridos só me deixava pior. Mas aí a carência foi passando, sabe? Fui vendo a vida de outra forma, focando em outros objetivos muito maiores e muito mais valorosos, e até esqueci o que era querer um ser humano só pra mim. Olho pra trás, vejo as pessoas pelas quais me apaixonei perdidamente quando me sentia vazia e, posso falar a verdade? Sinto vergonha de mim mesma. Olho pro tal do meu ex e tenho vontade de pedir perdão pra minha família. São pessoas que não tem nada a ver comigo. Hoje estou tão seletiva, até demais. Consigo listar 387 defeitos em qualquer criatura só nos primeiros cinco minutos de conversa, e já desisto. Às vezes me sinto anestesiada, às vezes parece que jamais serei capaz de abrir mão de qualquer coisa por alguém novamente. Às vezes sinto que não serei capaz de amar e me entregar novamente. Tempo ao tempo, né? Se tiver que acontecer, vai acontecer. Mas de uma forma muito mais natural e saudável do que quando eu estava ridiculamente carente. Agora quando eu entrar no mercado vai ser pra selecionar só o que não tem nem gorduras trans, nem glúten, nem lactose. Adeus, fome, adeus, carência. 

domingo, 24 de junho de 2018

Há males que vê pra bem, gratidão pela dor

Eu andava bem pilhada, né. Palpitações, falta de ar, crises de choro e tudo aquilo que eu havia comentado no post anterior. Sabe, tem horas que eu quero abraçar o mundo, aí vejo que meus braços não são compridos o suficiente. E por isso deu todo aquele pane, e tudo mais. Deu toda aquela ansiedade de querer fazer mais e mais. E vendo que eu não era capaz, estava sofrendo. Aí meu corpo resolveu me parar. E no auge de uma situação em que eu não poderia faltar, ou melhor, tinha certeza de que não poderia faltar, eu simplesmente apago. Me vejo caída e sem forças pra levantar, a vista totalmente escura, a mente girando, o estômago embrulhado, querendo colocar pra fora algo que nem possuía, lágrimas rolando perante toda aquela impotência totalmente inaceitável. Então sou levada pra casa praticamente arrastada, porque eu ainda queria lutar contra mim mesma permanecendo ali, insistindo naquilo que meu corpo implorava pra parar. E aí, aos poucos, vou desacelerando. Hora após hora eu vou escutando meu próprio corpo me alertando de que os últimos tempos não andavam sendo nada saudáveis. Então a respiração vai desacelerando. O coração vai desacelerando. Pensamentos idem. Frequência também. Tudo mais calmo e tudo muito melhor. Dois dias fechada no meu próprio mundo, dentro da minha casa e do meu corpo, em uma paz que há tempos não sentia. Parei pra pensar em como nós somos incríveis por dentro e por fora. Meu inconsciente simplesmente decidiu adoecer meu corpo pra provar pra mim o quanto eu estava sendo nociva pra mim mesmo, baixando minha vibração por conta de uma aceleração absurda de querer fazer e querer ser mais do que eu sou capaz. E é impossível não sentir gratidão por essa dor absurda que estou sentindo na região abdominal desde ontem, impossível não me sentir maravilhosamente bem com esse enjoo que insiste em me acompanhar há mais de 30 horas consecutivas. Há males que vêm pra bem, não é esse o ditado? Quase todos, aliás. Praticamente todos.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Dias difíceis


Eis que a data se aproxima. Crises de choro e crises de falta de ar se tornaram rotina. Tentações em vão de meditar, de respirar, de tentar ir pra academia pra “não sofrer tanto”. O fato é que não sei o que me espera. Eu quis tanto isso, mas posso me arrepender com uma semana lá dentro. Saindo de um emprego que eu gosto tanto e me faz tão bem para adentrar no mundo obscuro que eu escolhi. É normal me sentir assim, mas dói tanto. Não consigo pensar em mais nada. Simplesmente me sinto totalmente anestesiada em todas as outras partes da minha vida. Tentando levar os dias de uma forma mais tranquila, mas está tão difícil. As palavras são pequenas para explicar. Os sentimentos são bons mas ao mesmo tempo são péssimos. “Pilhada” , como tem dito a minha mãe. O peito dói, a cabeça a milhão, as pernas não param de se mexer um minuto. Dormir é o que alivia a pressão. Esses dias cinzas só estão piorando, pessoas nada a ver entrando na minha vida também estão deixando tudo pior. É preciso força e coragem para cortar relações tóxicas e inúteis, coragem para viver os dias colocando tudo em ordem para a nova fase que está chegando. E há de chegar.

quinta-feira, 22 de março de 2018

Hoje é dia 22 de março de 2018, uma quinta-feira. São 18h14, e eu nunca estive tão ansiosa em toda a minha vida. Aliás, acho que eu nem sequer conhecia o verdadeiro significado dessa palavra em sua mais pura essência, até então. Daqui a algumas horas terei a resposta pela qual eu espero há tantos anos... e há exatos 8 meses contando os dias para este momento, e agora ele chegou. É uma mistura enorme de sentimentos. É a sensação de ter dentro de si uma vontade maior que seu próprio ser, uma vontade que te ocupa dos pés à cabeça e ainda falta espaço. É uma vontade que te faz arrepiar o corpo ao se pensar que ela pode se tornar real dentro de poucas horas, misturada com aquele velho pé atrás acompanhado do "e se?". A resposta que virá pode mudar o rumo de tudo, da minha vida por completo. E é exatamente isso que eu mais quero. Neste momento, minhas mãos tremem, meu peito dói, o ar não é capaz de entrar para os meus pulmões. Minha mente à mil por hora, pensando em tantas coisas ao mesmo tempo que na verdade eu nem sei. Em algumas horas, minha vida pode mudar. E vai mudar. Porque esse desejo percorre meu corpo, corre em minhas veias como eu nunca antes senti. E eu confio. Eu entrego. E eu agradeço. Vai dar certo!!!

domingo, 31 de dezembro de 2017

2017

Em 2017 eu...
Em janeiro, fui recontratada no CNA, fiquei um semestre trabalhando lá, com crianças e adolescentes. Foi legal, mas acabei saindo em julho.
Em fevereiro, iniciaram-se as aulas  e cursei o quarto semestre de psicologia.
Ainda no primeiro semestre, fui convidada para coordenar o grupo de jovens do centro. Apesar de ter ficado em dúvida  em relação ao convite, ter aceitado foi uma ótima decisão.
Em julho, tomei a difícil decisão de trancar o curso para seguir um grande sonho que despertou em mim. Batalhei dia após dia pra conquistá-lo. Se ele será real ou não, só 2018 pra dizer.
Em agosto, reatei o contato com meu pai, e foi como se nunca tivéssemos nos separado.
Em setembro, tomei um pé na bunda de um relacionamento falido, fiquei muito mal, mas passou, e foi a melhor coisa que me aconteceu. Ainda em setembro eu iniciei terapia, fiz algumas sessões mas acabei não me identificando e abandonando.
Em outubro, passei meu aniversário de 25 anos em uma viagem maravilhosa com meu pai.
Em novembro, 19/11, vivi o dia que talvez venha a mudar o resto da minha vida.
Dezembro, ah, dezembro! Pra começar, no dia 2/12 eu conheci uma pessoa especial. O dia 16/12 foi o dia mais feliz do meu ano, e um dos mais incríveis da minha vida. Não há palavras pra explicar aquele momento. Ainda em dezembro, fizemos a festa de Natal para as crianças de Itanhaém e da Aldeia Piaçaguera. Foi inesquecível. No dia 22, embarquei no meu primeiro cruzeiro. Agora acho que esse tipo de viagem será um vício.
Em 2017 perdi uns kilos e até que estou conseguindo manter uma vida mais fitness (hahaha). Tive um ano maravilhoso de novo no meu trabalho, muito tranquilo e de muita paz. Não tive grandes problemas em casa. Me tornei mais e mais religiosa e apegada ao mundo espiritual (quem me viu, quem me vê). Depois de mais de 2 anos, encontrei o Matheus no trânsito, e foi inexplicavelmente estranho. Mantive o contato com meus amigos da escola, saímos juntos algumas vezes.
E, no fim, um ano que foi tão difícil pra mim, se despede da melhor forma possível. Um ano de tanto aprendizado, tanta mudança, me conheci muito, me conectei a mim mesma e descobri aquilo que realmente quero e preciso. 2017 me ensinou a não me submeter àquilo que eu não creia merecer, e a batalhar por tudo aquilo que eu acredite que eu mereço. Obrigada, 2017, e vem com tudo, 2018!

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

A pessoa certa na hora errada

Ele nem me conhecia. E eu nem conhecia ele. Ao acaso, um dia, um momento... Um encontro. Sabe quando você não espera nada, não cria nenhum tipo de expectativa? Eu estava assim. Havia sido um dia corrido e talvez o encontro nem fosse acontecer... Mas aconteceu. Nem com frio na barriga eu estava, e foi assim que eu cheguei lá. Ele atravessa a rua e entra no meu carro... (ai, ele é mais bonito do que eu imaginei. E mais cheiroso, também)... A conversa foi natural e instantânea. Em 10 minutos de percurso ele já conversou mais comigo do que havia sido em um ano de namoro com aquele cara por quem eu tanto sofri. - Onde vamos? - Onde você quiser (opa, já gostei, em outras palavras ele disse que o importante era estar comigo, independente do lugar. Aprende aí) . - Vou parar aqui, mas está meio longe do bar, tudo bem? - Claro, sem problemas (ai, caramba, que sorriso é esse!) - Mas está chovendo... - Por mim, tudo bem (cara, qual seu defeito?).
E lá fui eu abrir a porta pra descer, quando ele me puxa pelo braço de um jeito meio cena de filme, e me deu um beijo - e que beijo. Era um beijo quente, doce, não sei explicar. Foi bom. Foi muito bom. E então descemos do carro (caramba! ele é muito alto) eu toda atrapalhada, pra variar... Cheia de coisas nas mãos e nos bolsos, derrubo tudo no chão... - Você quer que eu leve suas coisas pra você? (Não, não seja tão cavalheiro, por favor, não posso me apaixonar!). Quando começamos a andar, ele simplesmente me abraça e vamos andando abraçados como um casal apaixonado. Em uma rua cheia de gente conhecida... E se encontrarmos alguém? Não deu outra, demos de cara com quatro amigos dele. E ele? Ele naturalmente acenou e continuou andando de mãos dadas comigo. Ele deixou eu escolher o bar, entramos e, juro... Fazia tempo que eu não passava momentos tão bons. Ele nem me conhecia, mas me deu todo o carinho que eu não recebi em um ano. Pra começar que sentamos grudados (não, ele não fez questão de sentar do outro lado da mesa). Ele me dava beijinhos e carinho o tempo todo (para, para de ser tão perfeito, por favor!) ficamos ali, abraçados, como se o tempo estivesse pausado. Uma conversa tão gostosa, uma troca de experiências, de conhecimentos, finalmente uma pessoa do mesmo nível intelectual que eu (tá bom, eu confesso, o nível intelectual dele é mais alto que o meu). Fazia tanto tempo que eu não me sentia assim... Olhar pra pessoa e perceber que ela queria estar exatamente ali onde estava, e não me deixar ter dúvidas em relação a isso, como tive em um ano. E mais, olhar pra mim mesma e ter certeza de que eu não gostaria de estar em nenhum outro lugar, com nenhum outro alguém. Em um ano acho que nunca me senti assim. Nessa noite eu tive certeza de que vivi um ano de uma ilusão, uma grande ilusão.O meu desejo era que aquela noite não terminasse nunca mais.  Só que a noite terminou, a realidade voltou... E eu e ele sabemos que a hora é totalmente errada. Ele nem me conhecia, mas em algumas horas me fez tão feliz. Ele nem me conhecia, mas em algumas horas fez eu perceber o quanto eu posso, e mereço, ser respeitada e valorizada. Me fez ver o quanto eu mereço alguém que saiba conversar comigo, alguém que de uma forma totalmente natural faça que o momento seja maravilhoso, alguém que sinta prazer em estar ao meu lado, que me abrace e esqueça do mundo lá fora,  que me dê muito carinho e beijos infinitos. Eu mereço alguém inteiro, e não migalhas de um amor doentio. Ele nem me conhecia, mas talvez seja ele. Ele, com seu 1,85 de altura, seus 28 anos, um rosto tão lindo, sorriso perfeito, formado em uma faculdade que eu me interesso e vivendo a profissão do meu sonho, me causando tanta admiração. Talvez seja ele a pessoa certa. Pena que na hora errada.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Quase, só quase

"Ele tentou usar uma roupa parecida... Tentou o mesmo corte de cabelo, tentou... vou te contar aonde ele errou: ele errou, quando o beijo não me arrepiou. Quando o abraço dele não encaixou. O erro dele é não ser você! Ele quase ficou entre você e eu, mas eu disse quase, só quase, entendeu? E pra te explicar a distância do quase, é tipo ida e volta daqui até Marte... Se Deus fez outro de você, tá decorando a casa dele, e ele não vai deixar descer, é um meu, e outro dele..."

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Foi por você

"Você nem quis ouvir o que eu sentia. Você não entendeu que o que eu queria era te levar daqui, pra nunca mais ouvir dizer que eu não servia pra te fazer feliz... Nunca mais se esqueça que eu ainda estou aqui, não tem por que fugir. Quero que saiba que nada foi em vão, foi tudo por você! Tudo, tudo que eu fiz... foi por você."

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

"Tratando a dor com amor"

Sabe de uma coisa? Aprendi a ser hospitaleira com a dor. Já que ela veio sem pedir permissão e resolveu se instalar aqui, o jeito é tratá-la bem. Quando ela apareceu, eu tentei segurar a porta por dentro pra que ela não entrasse, empurrei móveis pesados atrás da porta pra tentar impedi-la. Não funcionou, ela entrou com tudo, meteu o pé na porta e, de uma só vez, ela entrou. Aí tentei expulsá-la. Tentei de todos os jeitos colocá-la pra fora daqui. Gritei com ela, esbravejei, me revoltei. Nada adiantou. Puxei-a pelo braço, empurrei-a pelas costas, mas ela era tão mais forte do que eu! Depois te todos os meus esforços em vão, me ocorreu uma ideia estranha. Pensei em tratar a dor com amor. Com carinho. Ouvir tudo aquilo que ela tinha pra me dizer: e quanta coisa ela me disse! E aí eu percebi o quanto a vinda da dor era necessária exatamente no momento em que ela apareceu. E não havia outro modo de eu descobrir tudo o que eu precisava saber, a não ser pela dor. E por que me revoltar, se ela só quer me ensinar, me despertar, me modificar? A zona de conforto é uma delícia pra se caminhar, não tem um único espinho onde se possa pisar, mas é, também, onde nada floresce. Na zona de conforto não há uma única flor. E pra quem quer flores, a dor é uma ótima semente. A dor te faz andar por um caminho inicialmente cheio de espinhos, mas também repleto de flores, logo ali na frente. Já é assim, se são flores que eu quero, por que não tratar a dor com amor?

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Voltar no tempo

"Vou começar com uma pergunta boba: será que dá pra gente voltar no tempo? Ultimamente fico mal à toa, tá sobrando apego, faltando entendimento... Me desculpa se eu não entendi, tá demorando pra ficha cair! Você com esse sorriso sem jeito, foi chegando perto, chegou perto demais... Em três ou quatro dias tava tudo tão perfeito, dos meus problemas, eu já nem me lembrava mais...Só queria você, só pensava em você.
Mas ainda tem coisas pra me arrepender... E eu vou dizer: me arrependi de não ter te abraçado outra vez, não ter te beijado uma última vez, não ter te olhado outra vez, ficar acordado até depois das seis só pra ver o sol nascer, sonhar os sonhos mais loucos com você.
Quem sabe ainda é tempo?
Pode ser a qualquer hora, me chame em pensamento, você sabe, eu vou agora..."

terça-feira, 24 de outubro de 2017

"Será que vai ter o dia de eu ter sua companhia,  e nunca mais ver você ir embora?
Eu não me vejo sem você, só não demora a perceber...
O tempo voa, o dia passa, o amor acaba...
Se não há nada a perder, então vai ter que escolher.
Vem aqui, leva uma parte de mim, me conduz, revira meus planos, vive em meus sonhos." 
Te amo...

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

"Meu vício agora"

"Não vou mais falar de amor, de dor, de coração, de ilusão. Não vou mais falar de sol, de mar, da lua ou da solidão. Meu vício, agora, é a madrugada. Meu vício, agora, é o passar do tempo. Meu vício, agora, é o movimento, é o vento, é voar. Não vou mais verter lágrimas baratas sem nenhum por quê. E, mesmo assim, fica interessante não ser o avesso do que eu era antes. De agora em diante, ficarei assim, desedificante. Meu vício, agora, é o passar do tempo. Meu vício, agora, é o movimento, é o vento, é voar... é voar!"